sexta-feira, outubro 05, 2007
terça-feira, outubro 02, 2007
É NOSSO DEVER
É NOSSO DEVER
Devemos ser o melhor que podemos.
Tentar não cometer os mesmos erros,.
Ser capaz de mudar e saber pedir desculpas...
Sentir o arrependimento.
POR ACASO HAVERÁ ALGUÉM QUE CONSIDERE ESTAS MULHERES BELAS?



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Apesar de se manifestarem de uma forma antagónica a bulímia e a anorexia estão muitas vezes relacionadas. Embora existam outros tipos de anorexia, vou falar apenas da anorexia nervosa. É uma doença mais do foro psíquico que afecta actualmente cada vez maior número de jovens, especialmente e quase na totalidade raparigas. Manifesta-se por uma rejeição aos alimentos. Muitas anoréxicas pertencem a famílias rígidas e fechadas sobre elas próprias, e geralmente têm um relacionamento patológico com a mãe. As anoréxicas são frequentemente pessoas dependentes, mas actuando duma forma de perfeita independência, extremamente carentes de afecto, quase obsessiva tendência para o perfeccionismo intelectual, que as leva à quase incurável racionalização. Há como que uma recusa inconsciente de crescer, tentando conservar as formas de infância. A tentativa de controlo do corpo surge assim como uma forma inconsciente de compensação de um sentimento generalizado de incapacidade, de dependência, dificuldades de autonomia e capacidade. Alguns médicos consideram a anorexia como uma doença física consequência duma disfunção cerebral ao nível do hipotálamo, que comanda os estímulos da fome, sede e amadurecimento sexual. No entanto, estas alterações físicas na medicina psicossomática são antes consequências e não causas. Por vezes são tratadas a nível psiquiátrico, quando atinge a anorexia mental, devido a fortes perturbações mentais, como desritmias acentuadas. Normalmente são de estrutura média ou baixa, mas também há anoréxicas altas, como a imperatriz Sissi, que media 1,72 metros e mal ultrapassava os 40 Kg. São na generalidade extremamente mal amadas, mergulham na recusa do alimento e acabam por definhar e por vezes morrer com perturbações de anorexia mental. Atinge normalmente jovens entre os 10 e os 20 anos. Retrato da anoréxica - Jovens magras e doentes... Em geral trata-se de raparigas inteligentes, provenientes de famílias de classe média alta que gostam de agradar. A opinião dos outros, principalmente dos que estão mais próximos é de extrema importância.
Em muitos casos acabam por perder a identidade. Há uma tendência para o suicídio, uma verdadeira desmotivação de vida. São levadas a uma desnutrição grave, a uma paragem cardíaca, devido a uma baixa de potássio no sangue. A adolescente anoréxica envelhece permaturamente, os cabelos caiem, a pele seca enrruga-se, as unhas ficam quebradiças, o pulso é mais lento (por vezes menos de 60 pulsações), as extremidades estão geralmente frias, a tensão arterial baixa, os períodos menstruais tornam-se extremamente irregulares; nos rapazes anoréxicos (eles também rejeitam a vida) uma das características mais frequentes é a perda de capacidade de erecção; tanto nuns como nos outros, perda gradual do desejo sexual; ingestão quase exclusiva de frutas e saladas; consumo excessivo de laxantes e diuréticos que os conduzem ao mórbido emagrecimento desejado; tendência para maior agressividade e isolamento social; hiperactividade física; perturbações do sono que podem tomar proporções graves como insónias, e quando dormem é com dificuldade que se abandonam ao sono. Outra afirmação categórica da medicina psicossomática é a recusa da feminilidade da anoréxica, pois não quer ter ancas nem seios. A gravidez, a maternidade são mesmo consideradas como aberrações. É difícil tratar a anoréxica com psicanálise, pois as jovens, falam muito pouco, e há uma recusa de falar de si próprias. Há psicoterapias adequadas, e só assim, alheando-se dos anti-depressivos convencionais poderá ser melhorado um terço, afirma a medicina psicossomática. A maioria permanece sempre afectada ao nível do peso, e outros mergulham num estado de anorexia mental crónico... É muito importante saber que se uma adolescente sofre de anorexia não é conveniente insistir para que coma. Este procedimento pode ter efeito contrário, tornando mais difícil a resolução do problema. Tanto a anorexia nervosa, como a bulímia são doenças provocadas por distúrbios de comportamento alimentar. É muito difícil tornar uma anoréxica consciente do seu estado, embora seja imprescindível levá-la à convicção de quanto é feio e desagradável o seu aspecto esquelético, para que o tratamento resulte. Curar esta doença tão generalizada nos nossos dias são necessários pelo menos 2 anos, e somente os casos que é possível curar. Termino esta longa mas científica e objectiva exposição com uma afirmação muito pessoal: Todos nascem para serem felizes. Seres de plena exuberância vital, é só querer saber e como ministrar-lhes os ingredientes próprios e adequados. Aprender a Viver na plena consciência que todos podemos disfrutar de melhor saúde e bem estar a todos os níveis, é uma necessidade imperiosa para conduzir o Universo humano à Paz. Gia Carneiro Chaves |
quinta-feira, setembro 27, 2007
O GRANDE PODER DE UMA CEBOLA
quarta-feira, setembro 26, 2007
Finalmente acabou o tabu.
Já temos DIRECTOR GERAL.
QUEM VEM POR BEM É SEMPRE BEM VINDO.
Perfil do novo Director-Geral dos Impostos
Ribatejano, académico e amigo de Paulo Macedo
José Azevedo Pereira, o nome que o Governo escolheu para assumir a pasta de Director-Geral dos Impostos (DGCI) tem um percurso profissional predominantemente ligado à academia e aos mercados financeiros, mas sem ligações directas ao universo da fiscalidade e à administração pública.
| José Azevedo Pereira é amigo de Paulo Macedo |
José Azevedo Pereira, o nome que o Governo escolheu para assumir a pasta de Director-Geral dos Impostos (DGCI) tem um percurso profissional predominantemente ligado à academia e aos mercados financeiros, mas sem ligações directas ao universo da fiscalidade e à administração pública.
Ribatejano, nasceu em Santarém em 1961, tendo aí completado o ensino básico e secundário. Em 1979 desce a Lisboa, para ingressar no curso de gestão do ISEG/UTL, a escola onde mais tarde viria a desenvolver a actividade profissional principal, a docência. É também nos corredores do ISEG que, entre 1979 e 1984 se cruza pela primeira vez com Paulo Macedo. O mediático ex-director-geral dos impostos era um ou dois anos mais novo, mas quem por lá andou na mesma altura, garante que foi aí que se cimentaram laços que perduram até hoje.
O bom desempenho escolar durante a licenciatura facilita-lhe o ingresso directo na vida académica: José Azevedo Pereira começou por ser assistente estagiário na Universidade dos Açores, um ano depois na Universidade Nova de Lisboa e, finalmente, no ISEG.
Foi ao estrangeiro – Manchester, Inglaterra – fazer o doutoramento, com uma tese sobre instrumentos de dívida e opções. No reingresso na vida lectiva volta a cruzar-se com Paulo Macedo. José Azevedo Pereira enquanto professor dos quadros do Departamento de Gestão, Paulo Macedo enquanto professor convidado.
Consultoria, finanças, mas pouca fiscalidade
Sem ligações directas ao universo da fiscalidade nem à administração pública - lecciona finanças empresarias e matemáticas financeiras e desenvolve investigação na área das finanças imobiliárias - conta, contudo, com algumas experiências empresariais: além de consultor, foi director financeiro de uma empresa importadora e administrador da EPAC, uma empresa pública da área da Agroalimentação e Cereais que foi dissolvida no final de 1999.
Mais recentemente, dirigiu, por encomenda de Paulo Macedo, uma auditoria às dívidas fiscais titularizadas durante o mandato de Manuela Ferreira Leite.
Uma herança pesada
A partir de dia 27, Azevedo Pereira receberá do colega de carteira e de Departamento uma herança difícil de gerir. Paulo Macedo deixou a máquina fiscal mais ágil e moderna, o que facilitaria a vida de qualquer sucessor, mas imprimiu-lhe uma marca pessoal muito forte. Por isso, diz-se no meio da fiscalidade, onde José Azevedo Pereira se estreia na próxima semana, que se conseguir fazer um bom trabalho, os méritos tenderão a ser atribuídos ao seu antecessor; se falhar, dará azo a manifestações saudosistas.
domingo, setembro 23, 2007
O QUE PENSA O SENHOR GATO COM ESTES OLHOS?

NOTÍCIA QUE TROUXE PARA ESTA CASINHA DO PORTUGALDIÁRIO
Deste modo não se vão entender, senhor Gato ponha ponto de ordem á mesa por favor.
Esta gente não pode acabar com a oposição.
Manuela Ferreira Leite que decida
Afinal, quem tem razão nesta guerra?
Continua a confusão no PSD, com uma reacção dura a surgir por parte de Luís Filipe Menezes, que contesta a decisão do Conselho de Jurisdição em afastar mais de mil militantes por inscrição em massa, para além de permitir aos militantes açorianos o pagamento de quotas até sexta-feira.
Na opinião do candidato à presidência do partido a última decisão tem de ser tomada pela presidente do congresso, ou seja, Manuela Ferreira Leite. Pelo meio, a declaração de Menezes foi recheada de ataques a Marques Mendes, que acusou estar a boicotar os seus apoiantes.
«O meu adversário demonstrou que não tem estatura política e sobretudo ética para liderar o PSD», começou por referir, indo um pouco mais longe: «Nos últimos meses comportou-se como um pequeno tirano». Falando em «acções dignas do Estado Novo» e na retirada de «três mil militantes» dos cadernos «por cometerem o crime» de serem seus apoiantes.
No entendimento de Menezes, o único órgão competente para julgar a situação actual é o Conselho Nacional, mas como isso não é possível em tempo útil, vai «aguardar até amanhã às 24h para que a presidente do congresso reponha a legalidade no funcionamento do partido».
Entretanto, vai dizendo que a solução será «a reposição integral de todos os cadernos eleitorais» do partido ou a permissão de «pagamento de quotas não só para os Açores, mas também para os militantes do continente e da Região Autónoma da Madeira».
Quase em simultâneo, Guilherme Silva também prestou uma declaração, nome do Conselho de Jurisdição, para reafirmar as conclusões retiradas da reunião de ontem. Aproveitou para lembrar que o Conselho é «o único órgão do partido independente, que não decidi politicamente».

Amigo é só amigo...











